quinta-feira, 14 de julho de 2011

Anti-furto de carros de 1917

Popular Science ago. 1917 TRANCA CONTRA ROUBO DE CARRO
Popular Science – ago 1917 – clique na img para zoom

Você acha que os tempos são outros, mas não são. Mesmo com quase nenhum carro na rua, os amigos do alheio já agiam, tanto que uma tranca com combinação de cofre, oferecendo 87.000 variações era vendida para proteger o xodó da família. Para onde um ladrão de carros fugia em 1917?

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Lanterna de barbear

Popular Science ago. 1917 LANTERNA PARA BARBEAR
Popular Science – ago 1917 – clique na img para zoom

Eu preciso entender porque o marido de Katherine E. Allport, de Chicago fazia a barba no escuro. Ela, solícita, não podia imaginar que seria qualificada como anta, 100 anos depois. “Os fortes raios de luz são jogados onde eles são necessários…” Você não faz ideia do que era uma lâmpada destas de 1917… Para a inventora, o fio ligado às pilhas numa caixa na pia não iam atrapalhar.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Policial chupador ou soprador–vai saber

Popular Science ago. 1917 CASSETETE APITO
Popular Science – ago 1917 – clique na img para zoom

Não é o que você está vendo! E por isso mesmo, essa ideia brilhante deve ter dado errado. Um cassetete policial apito é um solução genial. Não é aquele apito de trânsito, mas o apito de comando, de pare, de emergência. Se tivesse sido adotado, poderia ter facilitado a vida dos cops, principalmente no inverno, quando pegar um apito no bolso com as luvas é complicado. Mas fica aí o registro de mais uma invenção falida devido ao seu conteúdo fálico.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Máquina fotográfica pistola

Popular Science ago. 1917 CAMERA PARA SEGURAR COMO REVOLVER 1

Popular Science – ago 1917 – clique na img para zoom

Essa é curiosa e faz todo o sentido. Até hoje a posição na qual seguramos câmeras fotográfica é péssima, pouco estável e completamente anti-ergonômica. Lá em 1917, em Albuquerque, Novo México, J.N. Nelson criou uma solução completa e a patenteou. A câmera deveria ser segura como uma arma, com as miras em cima. No punho, há uma almofada de ar que, apertada, não só dispara o obturador como avança o filme, se é que isso é possível.

Onde isso falhou miseravelmente? A distância entra as miras e a lente é enorme, tornando impossível um enquadramento correto da foto. Além disso, segurar as máquinas antigas, ou mesmo as novas com apenas uma das mãos é a certeza de fotos tremidas e fora de foco. Um digno antapassado patenteado.

Banco ejetor de passageiro

Popular Science ago. 1917 BANCO DE CARRO DIVIDIO AO MEIO PARA ENTRAR

Popular Science – ago 1917 – clique na img para zoom

Apregoado como a mais recente novidade para facilitar a entrada de passageiros nos carros, algum demasiado estúpido inventor criou um “meio banco” preso na porta. Além de ser um assassino potencial nas colisões, parece que o sujeito não se importava em como passageiro ia sentar ou levantar deste “meio banco” para abrir a porta. Seu nome não ficou na história, o que é corretíssimo.

domingo, 10 de julho de 2011

Sai da frente! É o avião inseto!

Popular Science ago. 1934 aviao inseto
Popular Science – Ago 1934 – clique na img para zoom


Um inventor inglês que não tinha amigos para lhe dizer para fazer outra coisa achava que seu avião inseto com asas triplas rotativas movidas a motor, não só voaria, mas pairaria no ar como um inseto. Dedicou alguns anos a isso. O avião inseto pairou apenas no chão.

sábado, 9 de julho de 2011

No futuro aviões aterrissarão nos telhados

Popular Science jun. 1919 AEROPORTOS NOS TELHADOS
Popular Science – Jun 1919 – clique na img para zoom


Era o que os cientistas que tinham medo de beijo (veja a outra maluquice aqui perto) pensavam. Na visão alucinada deles, aviões particulares e de entregas chegariam e levantariam voo de pistas côncavas circulares no meio das cidades.

É uma piada, mas em 1919 dedicaram 8 páginas da publicação às variantes deste projeto que era para ter ido em frente. Note que no desenho deles, há espaço para dois aviões no telhado e um já está lá. Onde iam ficar os outros?

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Havaí 5 a zero

Popular Science fev. 1920 SURF
Popular Science – Fev 1920 – clique na img para zoom


Homens e um menino orgulhosos posam para a foto com suas pranchas de surf feitas com madeira balsa, bem leve. A vantagem é que não afundava como as outras pranchas de madeira. A turminha sabia se divertir.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Faróis de uma só lâmpada

Popular Science ago. 1934 farol com espelho
Popular Science – Ago 1934 – clique na img para zoom


Tem maluco que é genial. Um sujeito de Michigan inventou um aparato com espelhos para conduzir a luz de um dos faróis para o outro e assim uma lâmpada apenas iluminar os dois.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Ratinhos decorativos

Popular Science ago. 1934 ratos decorativos
Popular Science – Ago 1934 – clique na img para zoom


Quando você acha que viu todas as bizarrices, aparece uma pior. Um artista de Nova Iorque que a PS decidiu nem nominar, aproveitava a abundância de matéria prima e empalhava cabecinhas de rato como elementos decorativos.

Eu tenho CERTEZA de que ele foi um do que comprou a guilhotinha da galinhas.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Para o fundo do mar, e rápido

Popular Science ago. 1934 bola de mergulho
Popular Science – Ago 1934 – clique na img para zoom


Da França surge essa imensa bola oca de aço. Era do cientista Georges Claude. Ele pretendia conduzir a exploração do fundo do mar com isso aí, equipado com janelas, sauna, hidro massagem e recebendo ar por tubos ligados ao navio.

Deve ter gasto uma fortuna e não foi a lugar algum.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Beijos puros e sem germes

Popular Science fev. 1920 BEIJO SEM GERMES
Popular Science – Abr 1920 – clique na img para zoom


Cientista avisam! Beijos são anti-higiênicos e transmitem todo o tipo de germes perigosos. Vai ver que é por isso que não comiam ninguém…

Para resolver, use a “tela do beijo”, coberta com um antisséptico “garantido” para matar todos os germes.
Ai bem, que beijinho com gosto de Pinho Sol…

domingo, 3 de julho de 2011

Voando sobre trilhos

Popular Science abr. 1920 TREM A HELICE
Popular Science – Abr 1920 – clique na img para zoom


Essa aqui é demais! Trem a hélice. Foi uma resposta à falta de carvão na Europa após a Primeira Guerra Mundial. Era apenas um vagão para 40 passageiros e a nota diz que chegava aos 80 km/h!

Na mesma edição há uma grande matéria sobre “trens bala” – lembre, estamos em 1920 – e os desenhos dos engenheiros são exatamente o que temos de uns 40 anos para cá. Na visão deles, uma carenagem aerodinâmica cobriria as locomotivas existentes e permitiriam um trem normal manter a velocidade de 80 km/h. No futuro, esperavam eles, que um trem pudesse chegar a 100 km/h.

Trem de 100 na Inglaterra de hoje é trenzinho lento. Não faltam trens andando por aí a mais de 300 por hora. Aliás, no Brasil faltam trens sim…

sábado, 2 de julho de 2011

Super ultra mini máquina de escrever

Popular Science jan. 1920 MAQUINA DE ESCREVER EM MINIATURA
Popular Science – Jan 1920 – clique na img para zoom
Essa entrou no mercado. Era uma máquina de escrever que cabia no bolso do casaco. Era simples. Você metia a folha de papel nela, com a mão direita posicionava o disco na letra que queria bater e com a esquerda batia a letra. Depois empurre o conjunto para a próxima posição e repita até escrever o texto todo.
Nem faço ideia o que deu errado com isso. Você faz?

Alerta de nível de água da bateria

Popular Science ago. 1934 alerta de água para bateria

Popular Science – Ago 1934 – clique na img para zoom

Ideia genial. Tinha que ter sido adotada. Se você faz a manutenção de seu carro já notou que é a mesma tampa que temos no reservatório de fluido de freio. Não dá para saber se acabou sendo usada para isso.

A coisa é simples. A boia flutua na solução de bateria que vai evaporando aos poucos. Ela tem uma haste com um indicador no topo. Quando o indicador não estiver saliente na tampa é hora de colocar água na bateria.

Isso poderia ter salvado milhões de pessoas de problemas com suas antigas baterias. Pena que não foi usado.