1920 – Isso devia ser um meio de transporte fatal. Fala sério, estas rodinhas não podiam aguentar e o freio mínimo na frente não devia parar.
Aqui vc encontra grandes invenções e lançamentos espetaculares da história recente do homem, que simplesmente não deram em nada. A mais recente tecnologia dos anos loucos
terça-feira, 26 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Havaí 5 a zero
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Beijos puros e sem germes
Popular Science – Abr 1920 – clique na img para zoom
Cientista avisam! Beijos são anti-higiênicos e transmitem todo o tipo de germes perigosos. Vai ver que é por isso que não comiam ninguém…
Para resolver, use a “tela do beijo”, coberta com um antisséptico “garantido” para matar todos os germes.
Ai bem, que beijinho com gosto de Pinho Sol…
domingo, 3 de julho de 2011
Voando sobre trilhos
Popular Science – Abr 1920 – clique na img para zoom
Essa aqui é demais! Trem a hélice. Foi uma resposta à falta de carvão na Europa após a Primeira Guerra Mundial. Era apenas um vagão para 40 passageiros e a nota diz que chegava aos 80 km/h!
Na mesma edição há uma grande matéria sobre “trens bala” – lembre, estamos em 1920 – e os desenhos dos engenheiros são exatamente o que temos de uns 40 anos para cá. Na visão deles, uma carenagem aerodinâmica cobriria as locomotivas existentes e permitiriam um trem normal manter a velocidade de 80 km/h. No futuro, esperavam eles, que um trem pudesse chegar a 100 km/h.
Trem de 100 na Inglaterra de hoje é trenzinho lento. Não faltam trens andando por aí a mais de 300 por hora. Aliás, no Brasil faltam trens sim…
sábado, 2 de julho de 2011
Super ultra mini máquina de escrever
Popular Science – Jan 1920 – clique na img para zoom
Essa entrou no mercado. Era uma máquina de escrever que cabia no bolso do casaco. Era simples. Você metia a folha de papel nela, com a mão direita posicionava o disco na letra que queria bater e com a esquerda batia a letra. Depois empurre o conjunto para a próxima posição e repita até escrever o texto todo.
Nem faço ideia o que deu errado com isso. Você faz?
Corte a cabeça dela!
Popular Sicence – Abr 1920 – clique na img para zoom
Frank S. Rece, o grande executor de Dallas, no Texas juntou os carimbos com a vontade de comer e criou essa curiosa guilhotina para galinhas. Gente, o mundo mudou. Nós compramos os bichos mortos, limpos e embalados mas não era assim. Na maioria dos lugares ainda não é.
Será que é mais bacana guilhotinar as bichinhas que cortar seus pescoços com uma faca ou machado de cozinha?
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Esquentador de pés para trabalhadores
Popular Science – Jan 1920 – clique na img para zoom
Poderia ter sido chamado de Big Hot Shoe, mas não emplacou. Alonzo Newton Benn, de Chicago se preocupava com os pés gelados de empregados em frigoríficos e dos que precisavam ficar eretos nas ruas no inverno. A ideia é curiosa e o projeto foi bem desenvolvido.
Essa grande bota forrada, tem um isolamento interno de pedaços de cortiça que prometem manter o calor dos pés. Além disso, a sola é altíssima, isolando o calçado comum do trabalhador do piso gelado. Ao enviar o pé calçado na bota quente, automaticamente a área de trás se fecha, portanto é simples de calçar e descalçar.
Não ter dado certo foi um verdadeiro pezão na bunda de Alonzo, que fez tudo certinho. Mas o mundo é que não é certo.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Fechadura que acende a luz: genial
Popular Science – Jan 1920 – clique na img para zoom
Neste caso, antas são os que não adotaram este invento. É genial e poderia ter facilitado a vida de todos. A coisa toda fica embutida no batente da porta e pode ser usada em qualquer tipo de fechadura.
Na posição trancado, o ferrolho encosta em um botão que mantém as luzes apagadas. Na destrancada o botão é descomprimido e acende as luzes que estiver comandando. Nas casas americanas, com hall de entrada isso teria sido ótimo.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Cigarro duplo é mais bom
Popular Science – Jan 1920 – clique na img para zoom
Essa é das boas para julgarmos como a mídia mostra o que é bom e o que é mau. Isso varia muito com as épocas e sociedades. Neste caso, um fabricante jumento de cigarros percebeu que “muita” gente queria uma mistura de fumos nos EUA: tabaco da Virgínia e tabaco turco.
A solução jumentícia dele foi a de criar um cigarro duplo, cada um com um tabaco e fazer a mistura no aparelho respiratório do consumidor. Deveria existir possibilidade de prisão póstuma para um energúmero destes.
domingo, 26 de junho de 2011
Patrões desenfreados
Popular Science – Jan 1920 – clique na img para zoom
Vou juntar duas animalidades aqui. São dois dispositivos para aristocratas se comunicarem com seus motoristas, enquanto estão sentados lá atrás na cabine fechada de seus carrões.
Na img superior temos um conto elétrico no dedo do motorista. O inventor-torturador sugere uma sinalização do tipo “um choque – vamos para casa”, “dois choques – vamos para o escritório.” Imagine o que era o momento do sociedade norte-americana para dar valor verdadeiro a uma barbaridade destas?
Eu sugeriria pelo menos mais dois códigos obrigatórios: choques múltiplos – significando que o motorista não entendeu o último código de choques que levou e, 50 choques acompanhados por 10 chibatadas por ter comido a mulher do patrão.
Abaixo temos uma variação. É um pedal que corta o funcionamento do motor. Segundo o inventor, os motorista percebem cada minúscula variação no motor então o senhor de engenho (mesmo…) pode criar seu código personalizado com o motorista para passar mensagens.
Mais adiante na mesma publicação mas sem o mesmo destaque, uma solução mais correta é apresentada: o botão do patrão aciona uma luzinha acima do espelho para passar as informações. O pessoal era muito educado naqueles idos: ninguém gritava…
Navalha elétrica que faz Tchzzzaaannn
Popular Science – Jan 1920 – clique na img para zoom
Parece que os Anos 20, foram o Anos Elétricos e não os Anos Loucos. A novidade atraia inventores e essa aqui, apesar de ter um formato pouco conveniente deveria funcionar bem.
O Frank White, do Missouri, percebeu que a eletricidade fazia os pelos do corpo se arrepiarem e um dos problemas de barbear-se é não conseguir cortar os pelos rentes o suficiente.
Criou essa navalha elétrica que vai fazendo os pelos do rosto se arrepiarem antes de serem decepados. Era a pilha, poranto podia ser usada mesmo em casas sem eletricidade (a maioria). Nota 10 para o sujeito.
sábado, 25 de junho de 2011
Ela patenteou a cura para a insônia
Popular Science – Jan 1920 – clique na img para zoom
A sra Alice O. Darling, uma predestinada com este sobrenome (querida), sofria de insônia, na estressante cidade de Lebanon, em New Hampshire. Ao invés de arrumar um marido, descobriu que se mudasse a posição do colchão, deitasse de barriga fazendo um forçamento na região lombar e apoiasse a testa em travesseiros altos e duros, dormia rapidinho feito uma passarinha.
A sra “Querida” dia que nessa posição se fica tonto rapidinho e basta recolocar colchão e travesseiros no lugar e dormir. Segundo os editores da PS, nessa posição há uma rápida queda de pressão de sangue no cérebro.
Pior: ela pediu a patente do método e foi concedida. Pelo que não se sabe, “Querida” terminou seus dias em um sanatório da região.
Parafuso de ouvido, coisa de hermano
Popular Science – Jan 1920 – clique na img para zoom
Não há o que falar para entender porque não funcionou. Mas seu inventor, Gabino Jauregui, da Argentina, acha perfeita essa armação metálica na cabeça das pessoas para elas ficarem confortavelmente em silêncio.
O pirado portenho escreveu que dependendo do nível de ruído que o usuário quisesse, podia apertar ou afrouxar os parafusos dentro de seus ouvidos.
Dizem por aí que o invento foi confiscado pelos serviços secretos e usado em interrogatórios, curiosamente permitindo que os interrogadores ouvissem melhor…
Máquina para espancar filhos
Popular Science - Jan 1920 – clique na img para zoom
Gente, fiquei uns 5 minutos paralisado com isso aí. Apesar de parecer que o garoto está sendo analisado pelo pai, na verdade está tomando uma surra moderna do século XX.
O texto diz “moderna fórmula para punição”. É uma traquitana elétrica onde o pai não precisa machucar a mão para espancar o filho. Basta ligar na tomada, encostar o acionador (do tamanho de uma palma de mão, segundo o texto) na infeliz bunda, e apertar o gatilho. O circuito então bate, bate e bate, sem se cansar.
Esse aparto de tortura infantil foi fotografado em sua demonstração no “Show Elétrico” no Madison Square Garden, em Nova Iorque.