1917 – outubro – Parece que os americanos tinham um grande problema. Como guardar veneno em casa e não confundir com um remédio na hora de tomar com a luz apagada? Bem… Isso é sério. Você só erra uma vez! Aí, um revolucionário consumidor criou frascos de veneno com caveiras para você sentir pelo tato que pegou o treco errado E VAI MORRER!!! Uma variação é a tampa com ponta. é claro que não entram em discussão dois pontos: (1) para que ter veneno em casa? e (2) quem é imbecil o suficiente para ter “veneno de cabeceira” ou deixar vidros de veneno e xarope para tosse misturados?
Aqui vc encontra grandes invenções e lançamentos espetaculares da história recente do homem, que simplesmente não deram em nada. A mais recente tecnologia dos anos loucos
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segunda-feira, 18 de julho de 2011
Veneno seguro em sua casa
1917 – outubro – Parece que os americanos tinham um grande problema. Como guardar veneno em casa e não confundir com um remédio na hora de tomar com a luz apagada? Bem… Isso é sério. Você só erra uma vez! Aí, um revolucionário consumidor criou frascos de veneno com caveiras para você sentir pelo tato que pegou o treco errado E VAI MORRER!!! Uma variação é a tampa com ponta. é claro que não entram em discussão dois pontos: (1) para que ter veneno em casa? e (2) quem é imbecil o suficiente para ter “veneno de cabeceira” ou deixar vidros de veneno e xarope para tosse misturados?
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Lanterna de barbear
Popular Science – ago 1917 – clique na img para zoom
Eu preciso entender porque o marido de Katherine E. Allport, de Chicago fazia a barba no escuro. Ela, solícita, não podia imaginar que seria qualificada como anta, 100 anos depois. “Os fortes raios de luz são jogados onde eles são necessários…” Você não faz ideia do que era uma lâmpada destas de 1917… Para a inventora, o fio ligado às pilhas numa caixa na pia não iam atrapalhar.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Beijos puros e sem germes
Popular Science – Abr 1920 – clique na img para zoom
Cientista avisam! Beijos são anti-higiênicos e transmitem todo o tipo de germes perigosos. Vai ver que é por isso que não comiam ninguém…
Para resolver, use a “tela do beijo”, coberta com um antisséptico “garantido” para matar todos os germes.
Ai bem, que beijinho com gosto de Pinho Sol…
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Esquentador de pés para trabalhadores
Popular Science – Jan 1920 – clique na img para zoom
Poderia ter sido chamado de Big Hot Shoe, mas não emplacou. Alonzo Newton Benn, de Chicago se preocupava com os pés gelados de empregados em frigoríficos e dos que precisavam ficar eretos nas ruas no inverno. A ideia é curiosa e o projeto foi bem desenvolvido.
Essa grande bota forrada, tem um isolamento interno de pedaços de cortiça que prometem manter o calor dos pés. Além disso, a sola é altíssima, isolando o calçado comum do trabalhador do piso gelado. Ao enviar o pé calçado na bota quente, automaticamente a área de trás se fecha, portanto é simples de calçar e descalçar.
Não ter dado certo foi um verdadeiro pezão na bunda de Alonzo, que fez tudo certinho. Mas o mundo é que não é certo.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Cigarro duplo é mais bom
Popular Science – Jan 1920 – clique na img para zoom
Essa é das boas para julgarmos como a mídia mostra o que é bom e o que é mau. Isso varia muito com as épocas e sociedades. Neste caso, um fabricante jumento de cigarros percebeu que “muita” gente queria uma mistura de fumos nos EUA: tabaco da Virgínia e tabaco turco.
A solução jumentícia dele foi a de criar um cigarro duplo, cada um com um tabaco e fazer a mistura no aparelho respiratório do consumidor. Deveria existir possibilidade de prisão póstuma para um energúmero destes.
domingo, 26 de junho de 2011
Navalha elétrica que faz Tchzzzaaannn
Popular Science – Jan 1920 – clique na img para zoom
Parece que os Anos 20, foram o Anos Elétricos e não os Anos Loucos. A novidade atraia inventores e essa aqui, apesar de ter um formato pouco conveniente deveria funcionar bem.
O Frank White, do Missouri, percebeu que a eletricidade fazia os pelos do corpo se arrepiarem e um dos problemas de barbear-se é não conseguir cortar os pelos rentes o suficiente.
Criou essa navalha elétrica que vai fazendo os pelos do rosto se arrepiarem antes de serem decepados. Era a pilha, poranto podia ser usada mesmo em casas sem eletricidade (a maioria). Nota 10 para o sujeito.
sábado, 25 de junho de 2011
Ela patenteou a cura para a insônia
Popular Science – Jan 1920 – clique na img para zoom
A sra Alice O. Darling, uma predestinada com este sobrenome (querida), sofria de insônia, na estressante cidade de Lebanon, em New Hampshire. Ao invés de arrumar um marido, descobriu que se mudasse a posição do colchão, deitasse de barriga fazendo um forçamento na região lombar e apoiasse a testa em travesseiros altos e duros, dormia rapidinho feito uma passarinha.
A sra “Querida” dia que nessa posição se fica tonto rapidinho e basta recolocar colchão e travesseiros no lugar e dormir. Segundo os editores da PS, nessa posição há uma rápida queda de pressão de sangue no cérebro.
Pior: ela pediu a patente do método e foi concedida. Pelo que não se sabe, “Querida” terminou seus dias em um sanatório da região.
Parafuso de ouvido, coisa de hermano
Popular Science – Jan 1920 – clique na img para zoom
Não há o que falar para entender porque não funcionou. Mas seu inventor, Gabino Jauregui, da Argentina, acha perfeita essa armação metálica na cabeça das pessoas para elas ficarem confortavelmente em silêncio.
O pirado portenho escreveu que dependendo do nível de ruído que o usuário quisesse, podia apertar ou afrouxar os parafusos dentro de seus ouvidos.
Dizem por aí que o invento foi confiscado pelos serviços secretos e usado em interrogatórios, curiosamente permitindo que os interrogadores ouvissem melhor…
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